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Dólar opera acima de R$ 5,20 após atos de 7 de Setembro

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CÂMBIO NEWS – RESUMO DIÁRIO DE NOTICIAS SOBRE O MERCADO DE CÂMBIO – 08/09/2021

O dólar opera em alta nesta quarta-feira (8), diante do acirramento das tensões políticas após os atos com pautas antidemocráticas de 7 de Setembro.

Às 9h48, a moeda norte-americana subia 0,69%, vendida a R$ 5,2118. Veja mais cotações.

Na segunda-feira, o dólar fechou em queda de 0,14%, a R$ 5,1760. Com o resultado, acumulou alta de 0,12% no mês. No ano, há recuo de 0,22% ante o real.

Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta quarta-feira

1. Consequências do 7 de setembro

Após as manifestações a favor e contra o presidente Jair Bolsonaro no feriado de sete de setembro, os investidores voltaram a discutir a possibilidade de uma terceira via para as eleições presidenciais de 2022. A busca é por alguém que cause menos tensões políticas e reduza a percepção de risco.

De acordo com o que Guilherme Motta, gestor de ações da Gap Asset, disse à Folha de S. Paulo, se Bolsonaro continuar perdendo popularidade e seguindo com um caminho mais radicalizado, a terceira via pode se tornar mais competitiva em uma disputa eleitoral contra o ex-presidente Lula (PT), que é o atual líder das pesquisas de intenção de votos para o pleito do ano que vem.

O mercado segue posicionado de forma defensiva, aguardando os próximos capítulos do cenário político. As manifestações aparentemente não tiveram impacto nos ativos brasileiros negociados no exterior. O (NYSE:EWZ), ETF que mede o desempenho das ações brasileiras em Wall Street, e o Dow Jones Brazil Titans 20 ADR fecharam a sessão de ontem com variação positiva de 0,6% e 0,5%, respectivamente, embora tenha sido um ajuste à alta 0,8% do Ibovespa na segunda-feira, quando os mercados americanos estavam fechados com feriado nos EUA. Já o CDS, que mede o risco Brasil, avançou 0,3%.

No âmbito doméstico, os ataques do presidente Bolsonaro ao ministro Alexandre de Moraes e ao STF também azedam as negociações de projetos do governo, em especial a do parcelamento dos Precatórios. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), cancelou todas as sessões deliberativas por considerar que não há ambiente político para a realização de votações, segundo o Valor Econômico.

CONFIRA: Cotação das ações brasileiras

2. Bancos Centrais em destaque: BCE, do Canadá e da Polônia

O Banco Central Europeu pode começar a reduzir seu programa de flexibilização quantitativa já na reunião do conselho na quinta-feira, refletindo negativamente no índices europeus. O governador do Banco Nacional da Áustria, Robert Holzmann, disse em um artigo de revista que o banco pode conseguir reduzir suas compras de títulos mais rápido do que o mercado espera, devido a números de crescimento melhores do que o esperado. Embora seja um falcão notável que esteve em minoria durante grande parte do passado recente, os comentários de Holzmann coincidem com a revisão para cima do PIB da zona do euro no segundo trimestre no início desta semana.

Os analistas observam que uma redução nas compras mensais de ativos do BCE ainda pode apenas trazê-los de volta para onde estavam no início do ano, dado que o banco os aumentou para evitar um aumento nos rendimentos dos títulos no início do ano. O euro caía 0,14% em relação ao dólar, para US$ 1,1824, enquanto o Euro Stoxx 600 recuava 0,56%.

Outros bancos centrais também devem tomar decisões na terça-feira. Espera-se agora que o Banco do Canadá evite sua intenção de endurecer a política quando seu conselho se reunir, já que a disseminação da variante do delta do coronavírus nos EUA se traduz em uma desaceleração econômica em ambos os lados da fronteira. A decisão deve ser tomada às 11h00.

O Banco Nacional da Polônia, por sua vez, está sob mais pressão para aumentar as taxas de juros, depois que a inflação atingiu a maior alta em 10 anos em agosto. Sua decisão é às 12h30. O banco central da Rússia também deve aumentar sua taxa básica na reunião de sexta-feira, e os dados de inflação de agosto, que serão divulgados hoje às 13h00, terão uma forte influência em seu pensamento.

CONFIRA: Cotação dos principais índices globais

3. Futuros de Nova York em baixa; radar com a pesquisa de empregos JOLTS

As ações dos EUA devem estender suas perdas mais tarde, em meio a preocupações persistentes sobre a desaceleração da economia devido à última onda da pandemia.

Por volta das 08h30, Dow Jones futurosS&P 500 futuros e Nasdaq 100 futuros recuavam respectivamente 0,01%, 0,02% e 0,04%. Enquanto o EWZ caía 0,58%.

Os principais dados econômicos do dia serão pela pesquisa de vagas de emprego da JOLTS, às 11h00. O número de vagas registrou quatro recordes consecutivos de alta nos últimos meses, em meio a relatos generalizados de escassez de mão-de-obra qualificada.

As ações que provavelmente estarão em foco incluem a fabricante chinesa de veículos elétricos Nio (NYSE:NIO) e a operadora de sites de namoro Bumble (NASDAQ:BMBL), que anunciaram ofertas secundárias de ações na noite de terça-feira. O PayPal (NASDAQ:PYPL) (SA:PYPL34) também estará no centro das atenções após adquirir a fintech Paidy por US$ 2,7 bilhões.

CONFIRA: Cotação das ações dos EUA no pré-mercado

4. Bitcoin diminui perdas após se decepcionar com El Salvador

Bitcoin e outras criptomoedas diminuíam suas perdas após uma queda acentuada na terça-feira, quando a maior moeda digital do mundo, sob seu novo status como moeda legal em El Salvador, não conseguiu gerar qualquer entusiasmo sustentado por ela.

Às 08h36, o Bitcoin caía 8,78% a US$ 46.495,1. Ethereum tinha perdas de 8,97% e Cardano recuava 9,82%.

O governo de El Salvador foi forçado a suspender os registros de seu aplicativo de carteira Chivo na terça-feira, alegando problemas técnicos. O fiasco aprofundou a desconfiança na iniciativa entre os cidadãos do país.

O presidente Nayib Bukele, cuja popularidade também sofreu como resultado de suas tentativas de consolidar seu domínio do poder além de seu mandato constitucional de seis anos, não se desculpou, dizendo via Twitter que o governo usou o mergulho para comprar outros 150 Bitcoins.

CONFIRA: Cotação de mais de 5 mil criptomoedas

5. Alumínio atinge a maior alta em 13 anos; aço, preços de energia sobem

Os preços das commodities continuam apresentando pressões intensa na pressão inflacionária, com os futuros do alumínio atingindo a maior alta em 13 anos e o preço da bobina de aço laminado a quente nos EUA se aproximando de US$ 2.000 a tonelada. Ambos estão sendo pressionados ainda mais pelos esforços chineses para reduzir a poluição por meio da contenção da produção doméstica, enquanto o alumínio sofre pressão altista após o golpe na Guiné, país africano importante fornecedor da commodity.

Enquanto isso, na Europa, os preços da eletricidade no atacado no Reino Unido subiram para mais de 300 euros por megawatt-hora devido à falta de geração eólica e à escassez de gás natural, forçando as unidades remanescentes a carvão do país a aumentarem saída.

CONFIRA: Cotação das principais commodities globais

Os preços do petróleo também estão mais altos, já que o complexo de produção e refino do Golfo do México ainda luta para restaurar a produção. Às 08h40, os contratos futuros do petróleo WTI, negociados em Nova York, subiam 1,52%, a US$ 69,39 o barril, enquanto os contratos futuros do petróleo Brent, cotados em Londres, avançavam 1,28%, a US$ 72,61 o barril. O American Petroleum Institute divulga seus dados de estoques posteriormente.

https://br.investing.com/news/stock-market-news/fique-por-dentro-das-5-principais-noticias-do-mercado-desta-quartafeira-914280
https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/09/08/dolar.ghtml

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